O anime The Water Magician vem chamando atenção desde sua adaptação da light novel escrita por Tadashi Kubō e ilustrada por Hana Amano, originalmente publicada no site Shōsetsuka ni Narō em 2020. A obra faz parte da nova geração de isekais, mas aposta em uma construção mais focada no desenvolvimento do protagonista e no poder mágico da água.
A história
A trama acompanha um jovem que morre em sua vida anterior e renasce em um novo mundo repleto de magia. Ao descobrir que possui aptidão extraordinária para magia de água, ele decide treinar intensamente, chegando a contar até mesmo com o auxílio do Rei das Fadas em sua jornada de aprendizado.
Apesar de seu desejo inicial de levar uma vida simples e pacata, tudo muda quando encontra Abel, um jovem que o salva em uma situação de risco. A partir daí, os dois seguem viagem juntos, atravessando montanhas repletas de monstros e perigos para alcançar uma grande cidade. Nesse novo cenário, o protagonista passa a conhecer mais sobre o funcionamento desse mundo: guildas, masmorras, aventuras e a política mágica que rege o continente.
Pontos fortes
Evolução do protagonista: a dedicação ao treino e a relação com a magia da água tornam sua jornada mais envolvente.
Elementos clássicos de isekai: guildas, monstros, masmorras e alianças são explorados de forma consistente.
Construção do mundo: há um bom equilíbrio entre ação, aprendizado e momentos de calmaria, o que torna a narrativa menos apressada.
Amizade e companheirismo: a relação entre o protagonista e Abel dá um tom humano à aventura.
Vale a pena assistir?
Se você é fã de isekais, provavelmente sim. The Water Magician consegue misturar o já conhecido do gênero (renascimento em um mundo mágico, guildas, monstros, aventura) com um foco especial no controle e desenvolvimento da magia de água, algo pouco explorado em outras obras.
Por outro lado, quem busca um anime extremamente acelerado, cheio de batalhas épicas a cada episódio, pode achar o ritmo mais lento. A narrativa dá tempo para que o espectador acompanhe a descoberta do mundo junto ao protagonista, algo que pode ser um charme ou um ponto de impaciência, dependendo do público.












































