Quando se fala em “canon” dentro de uma franquia de filmes, a palavra se refere àquilo que faz parte da história oficial, reconhecida pelos criadores ou pelos detentores dos direitos da obra. É como uma linha principal de acontecimentos que realmente contam dentro daquele universo. O que está no canon influencia a narrativa, molda os personagens e define a continuidade. Já aquilo que não é canon pode até existir em forma de histórias alternativas, adaptações, spin-offs ou produções paralelas, mas não tem impacto direto na trama considerada “verdadeira”.
Um exemplo bem claro acontece em Star Wars: os filmes originais, as continuações feitas pela Disney e certas séries são canon, enquanto muitos livros e quadrinhos antigos foram colocados na categoria “Legends”, que funciona como um universo paralelo. O mesmo vale para outras franquias. No universo da Marvel, os acontecimentos dos filmes do MCU formam o canon, enquanto histórias de quadrinhos que seguem rumos diferentes não necessariamente fazem parte dessa mesma continuidade. Em Harry Potter, os sete livros escritos por J.K. Rowling e os filmes que adaptam essas obras são canon, ao passo que fanfics ou produções não autorizadas não entram para a história oficial.
Assim, quando fãs discutem se algo é ou não canon, estão basicamente tentando entender se aquele acontecimento ou detalhe realmente “aconteceu” dentro da narrativa reconhecida como verdadeira.













































